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Sabes que és um tubérculo a precisar de rega...

...quando acabas de lanchar e te sentas no chão a ouvir música com uma chávena de chá na mão, e acordas meia hora depois com a cabeça a cair. (e uma dorzinha no pescoço). E isto está tão fresquinho que ainda estou a esfregar um olho e a tentar perceber o que aconteceu. Batatinhas! P.S: Um dia conto a história sobre como a minha nuca conheceu uma senhora e toda a sua história de vida. Está prometido!

Isto fez-me rir!

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Enquanto não chega o próximo post (que anda a ser magicado): Bom fim-de-semana e muitas batatinhas!

Batata e os Transportes Públicos

QUERIDA, HORTA! SOUBE QUE HOJE É O DIA MUNDIAL DO CAPS LOCK, PELO QUE, DECIDI ESCREVER ESTE POST, DESTA FORMA, EM HONRA DE TÃO MARAVILHOSA DATA (A SÉRIO, QUE PRECIOSIDADE). MEH... PENSANDO MELHOR, ACHO QUE NÃO VOU ESCREVER ASSIM... É. PARECENDO QUE NÃO, GRITAR ASSIM QUE NEM UMA BATATA DESALMADA, DÁ DORES DE GARGANTA. Ora, nos posts anteriores, dei início a uma fantástica colecção intitulada "a-minha-vida-podia-ser-um-livro-da-Anita", que se iniciou com uma história acerca de um soutien. Toda a gente sabe - até quem não é legume - que toda a história que é de qualidade começa sempre com uma peça de roupa interior. Até aí, não há novidade nenhuma. No entanto, o que pode ser um cair-de-queixo é a importância que os transportes públicos têm nestas narrativas. Sim, as Batatas também andam de transporte público - ou rebolam (como aconteceu hoje... mas isso são conversas para mais daqui a bocado). Andar de transportes públicos não é nenhuma novidade para mim - u...

E uma nova vida começa.

Dizem que os gatos têm 7 vidas (ou 9?! nunca sei...). Ao que parece, as Batatas também iniciam etapas novas nas suas vidas - vivem, murcham, grelam - todo um ciclo tuberculóide. Ora, hoje foi um dia para, não uma, mas DUAS novas vidas começarem - nem toda a gente se pode gabar de ter um combo de vidas novas, num só dia (o que até dava jeito no Candy Crush). No entanto, não importa o número de vidas que tenha, uma coisa nunca há-de mudar: Batata não pode ter telemóvel topo de gama. Não pode! E, deixando a terceira pessoa, posso dizer que tenho que me convencer deste facto. Quanto mais velho e básico, melhor para mim. Quem me conhece, sabe que a pergunta que mais vezes faço no dia-a-dia é "Onde está o meu telemóvel?". (experimentem passar férias comigo e ouvem isto umas 20 vezes.) E hoje, para não ser excepção, a pergunta saiu dos meus lábios, assim que meti a mão no bolso (e aquele panicozinho tão familiar me subiu ao peito). Só que desta vez, não estava sozinha! ...

Soutien Vaaai!

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Ora, como ontem foi o  meu primeiro magusto de 2014, senti o chamamento da Horta. Visto que estou numa de estreias, achei por bem aproveitar a onda e, para além disso,  castanha é fruto, e fruto vem da natureza, logo, Horta. Um pouco forçado, eu sei. Às vezes sinto-me como uma daquelas pessoas religiosas que apenas reza quando se sente aflita, uma vez que visito a minha tão querida Horta ou quando o rei faz anos, ou quando como castanhas. E não como castanhas assim tantas vezes. Estas minhas ausências prolongadas não são por mal! Começo a achar que apenas se devem à escassez, cada vez mais notória, de acidentes e incidentes caricatos a acontecer nesta minha vida de Batata. Pois é... o Tubérculo está a ficar grelado! Afinal, já temos quase 5 anos de (muito pouca) Lógica! Posto isto, e matutando (ligeiramente) sobre o título deste post, passo a explicar o que ocorreu com o suporte das minhas meninas. E este tempo, hein? Parece Verão! ... E o PS? Chi! Eleiç...

WARNING: Grab a tissue, honey.

Acabar os exames é um pouco como sair de uma toca depois de longos meses de hibernação. Não sei bem o que acontece com os ursos, mas eu acabo sempre com um pouco mais de pêlo e um pouco menos de peso.  Sair à rua dói fisicamente.  Os olhos estão demasiado habituados à suja escuridão do antro em que nos vemos enfiados durante um mês que nunca acaba (e nem é daqueles que tem 31 dias), e a luz do dia de Verão penetra na retina, diminuindo dolorosamente a menina dos nossos olhos, até já não poder mais.  E a voz? O mês monossilábico deixa-nos as cordas vocais roucas - sujas do pouco uso - e o vocabulário limitado. A mente já não divaga pelos caminhos normais. Muito pelo contrário. Fica presa num loop infinito, resolvendo o mesmo problema, vezes sem conta, a noite inteira. É um estado consciente dentro do nosso inconsciente - confuso, algo ébrio, e certamente exaustivo. E quando tudo acaba, vem o "e agora?". Como dar sentido à vida, agora que já não temos pilhas de l...

O Diário da Enxaqueca e a máquina da vizinha

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Nunca tinha tido uma enxaqueca. Vi a minha mãe ter, quase semanalmente, desde que me lembro de ser Batata. Ora bem, como é de experiências que se vive a vida, aqui estou eu, um tubérculo murcho, a comunicar através de uma venda de analgésicos que mascara o que realmente se passa dentro desta cabeça subterrânea. Desde serpentes de diamantes que teimavam em não deixar o lado esquerdo da minha janela de visão, ao arroxar na cama duas horas a seguir ao almoço ( Sim, tudo isto foi parte de um plano maléfico posto em acção, para poder dormir a sesta.) , o meu sábado foi passado de olhos semicerrados.  Acho que já posso pôr um visto na minha folha de experiências a ter, nesta vida. Está meeesmo entre ir à Nova Zelândia e fazer crowdsurfing. Mas agora que já está, já não quero brincar mais a isto - parecendo que não, é desconfortável. Passando agora ao segundo tema desta tão inspirada crónica (crónica espero eu que não seja a dor), às vezes acho que estou a ser observada. E é p...