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God knows why...

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Hoje, vá-se lá saber a razão, o porquê, a justificação e muitos outros sinónimos que eu possa arranjar, sinto-me assim: Tenho imenso sono. Não dou uma para a caixa. O cérebro está encrencado e estou a fazer um esforço do caneco para escrever isto. Não flui. Sim, as Batatas precisam do seu sono de beleza. E, no meu caso, precisam ainda de lavar os dentes e do xixi e do creme Nivea. A cama parece-me um Oásis no meio do mais árido deserto. Quase adormeço a imaginar a cama e o conforto dela. É bueee engraçado. Acontece-me imensas vezes quase adormecer, enquanto imagino que estou confortável. Vou pedir ao Jason que se cale com as músicas calminhas que lhe mandei cantar, que amanhã é bombar com The Kooks e Pilinhas e Pipis da Biologia, ou então com Combinatória da Matemática. I'll figure it out. Batatinhaaas (: P.S: Amanhã, quando vier ler isto, vou-me stressar. Está tudo desconexo, com um vocabulário nojento. Está um texto tão não-batatóide, mas chama-se bebedeira de sono. Oh naa...

Tempos mortos de Psicologia B, dão nisto

Sem Nome (Ainda) Encontro a noite no dia. Enquanto o sol brilha E o frio me arrepia. Está escuro e é suja A Escuridão e vê-la Assusta. "Que eu fuja!" Antes que caia. Antes que morra e não haja chão. Antes que o frio me envolva. Esse frio da escuridão. (em 16 de Outubro de 2009, enquanto se discutia a viabilidade da inserção de deficientes profundos em turmas normais. - uau! até que soou bem.) De nada vale dizer isto, até porque não tem qualquer interesse, mas estou cheia que nem uma baleia. Olho-me de cima e consigo imaginar doce colado à minha cara, às minhas mãos e a minha roupa cheia de chantilly. Olho ao espelho e estou enfadonhamente imaculada. E o porquê desta sensação? O meu primo fez cinco anos e a festa dele estava povoada de gente pequenina (sim, mais pequenina que eu *.*), que enfardava gomas às escondidas dos pais (coitadinho do piqueno. Foi-se esconder atrás de mim, a abrir pacotes e pacotes de gomas, sem os pais verem. Que boa ...

It is quite funny

Tenho um costume engraçado. Gosto de me sentar no chão, ao lado da janela, escondida pela cortina. Muitas das vezes, chegam a casa, aqui no Subsolo City, e perguntam por mim, passam pelo meu quarto e não me veêm. Nunca me apetece responder, embora acabe, eventualmente, por fazê-lo. Talvez porque quando me sento ali, ou é de dia e estou a ler, ou é de dia e estou a ver o jardim para onde dá a minha janela (tudo iluminado artificialmente, claro. Isto no Subsolo é só tecnologia de ponta) ou é de noite e simplesmente estou a coscuvilhar. Estou a infiltrar-me nas vidas alheias e a imaginar o que cada um é, a sua profissão, os seus dramas pessoais, as suas fraquezas... Era precisamente isso que estava a fazer há uns segundos atrás. A persiana está a meio. A noite está inquietantemente amena, especialmente para Outubro. Sinto o cabelo molhado na t-shirt do pijama e as pernas nuas cruzam-se. Encosto o joelho e a cabeça à janela. A música lamechas, previamente escolhida, toca no computador...

Nós Por Cá -VERÍDICO!!

Estava eu a sair da aula de Biologia, quando me põem o braço por cima dos ombros e me dizem: "Batata, ontem disse-te no msn que tinhas que escrever no blog, mas já tinha saído. Por isso, te pergunto aqui: Quando chegares a casa, o que vais fazer?" (discurso muito adulterado, mas é por aí...) Pensei. Respondi: "Chichi." - é certo como precisar de respirar para viver. Mesmo que não haja água no sistema, Batata precisa de mictar quando chega a casa. Mas este não é o point deste post (que não era para escrever. Ah pois, little Pumpkin!) Escreveria um post quando tivesse paciência, porque pouco ocorre de interessante nesta minha vida tuberculenta (porque tuberculosa soaria extremamente mal). Porém, num passo de mágica, eis que surge de uma câmera televisiva, uma das melhores histórias insólitas e verídicas que provavelmente me acontecerão na vida. Tudo começou ( há um tempo atrais, ná ilhá do Sóou. Distchino tchi mandou dji volta para o meu cais, YEAHHH!... ...

Descongelando Batatais

Não. Não cortei os pulsos e fiquei por aí num canto a esvair-me em sangue. ew... demasiado gráfica, já sei, mas com o último post que fiz, todo melodramático e com esta nova moda de ser EMO e de querer morrer, nunca é demais avisar: ESTOU VIVAAAA! (YEY!...right--') O que se passou foi (tambores): ESCOLA! Já tinha tantas saudades daquele edificiozinho com mais de vinte anos, com tinta a descascar-se e casas de banho fãs dos Tokyo Hotel! Tinha saudades daquele Poeta em azulejo, que está à entrada da escola, cujos azulejos da lapela do casaco estão trocados. Ai! Que saudades dos pavilhões frios no Inverno e quentes no Verão... Aaaah! Mas se antes era bom, agora AINDA vai ser melhor! É encharcanço total em soluções alcoólicas desinfectantes! Ma-ra-vi-lha! À entrada, nas salas de aula, até no pavilhão desportivo! E mais! Agora ATÉ HÁ papel nas casas-de-banho (seja papel higiénico, seja papel para limpar as mãos! Ah pois! A vossa escola não é assim!) e sabão! Azul e branco, mas n...

Rewind

Lá à frente, a conversa de vidas adultas, sobrepunha-se à música que tocava limpidamente na rádio. (*suspiro* eu sei, teria um efeito mais dramático se tocasse roufenhamente, mas estou a descrever um facto...) Cá atrás eu não ouvia. Tinha o volume do meu mp3 no máximo, e fazia de tudo para não ouvir o que se passava fora da caixinha em que me enfiara. "Ora bolas... Quanto tempo irá demorar desta vez?" A música entrava, invasora, directamente para a minha cabeça, compilando imagens sucessivas e saíndo pelos olhos, à boleia de uma água impregnada de Cloreto de Sódio. "Não fungues muito alto", pensei para mim. "Vai passar quando decidires parar de por a música no «repeat»!". Os últimos acordes soam e um dedo move-se instantaneamente. "Que grande borrega! Queres inundar o carro?!" Mais uns três minutos de auto-comiseração e lá deixei o resto das músicas terem a sua oportunidade. Só me restava revirar os olhos e, certamente lavá-los com água salgada, ...

De volta ao Subsolo

Allô. Ça va? Perdoem-me, mas nestes dias fora do subsolo, cheguei a matutar horas a fio sobre a minha localização. " Estarei mesmo em Portugal? Não terei aterrado em França? Não. As mulheres estão depiladas...Bélgica? Nope. Pouco chocolate à venda... Hum...Suiça, talvez? Naaaaah, não me vejo a tropeçar em relógios SWATCH ou Flick Flack... Parece mesmo que estou em Portugal, então! " O que é engraçado é ouvir os miúdos a dizerem: "Pai, tenho fome" e o pai responder:"Bhghdregdh manger" (aquilo era francês...) Porqueeeeê? Nestas férias, fui à aldeia onde a minha mãe cresceu, no dia do arraial. Ora, crianças nem vê-las, mas aquelas velhinhas que nos cercam e que se chamam todas "Ti Maria" (e isto é verdade), parecem povoar os poucos metros de que é feita a Aldeia. Giro, giro , é o carro chegar e as cortinas das janelas afastarem-se, assomando caritas curiosas, cheias de pêlos no queixo. A minha família bem queria chegar ao recinto da festa, mas parec...